Nutrição clínica para emagrecimento
Ciclo menstrual, hormônios, metabolismo, rotina e relação com a comida fazem toda a diferença. Quando esses fatores são considerados juntos, o processo fica mais claro e mais sustentável.
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Modalidades de acompanhamento
Compreendendo o processo
A biologia da mulher tem particularidades no processo de emagrecimento que não existem na fisiologia masculina. Ao longo do ciclo menstrual, o gasto energético muda, o apetite muda, a retenção de líquido muda. Além disso, fatores como resistência à insulina, função tireoidiana e histórico com dietas da moda e insustentáveis precisam ser considerados antes de qualquer conduta. Ignorar tudo isso é o principal motivo pelo qual tantas tentativas não funcionam no longo prazo.
O gasto energético em repouso e a oxidação de substratos variam ao longo do ciclo menstrual. Na fase lútea, o gasto energético pode ser até 150–300 kcal/dia superior à fase folicular, com maior oxidação de gordura, o que impacta diretamente a resposta à dieta.
Solomon SJ et al. Menstrual cycle and basal metabolic rate in women. Am J Clin Nutr. 1982;36(4):611-6.Como é o atendimento
O acompanhamento começa pela escuta do seu histórico, dos seus hábitos, da sua relação com a comida e do que já foi tentado antes. Quando necessário, os exames laboratoriais fazem parte do processo, mas o foco é construir um plano alimentar que respeite o seu dia a dia e que faça sentido para o longo prazo. A construção de hábitos e a relação com a comida também são trabalhadas ao longo do acompanhamento, porque mudanças que duram vêm de um processo, não de uma restrição severa.
Déficits calóricos muito agressivos em mulheres estão associados à supressão do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, com redução de LH e estrogênio, comprometendo a fertilidade, a saúde óssea e o próprio processo de perda de gordura a longo prazo.
Loucks AB et al. Low energy availability, not exercise stress, suppresses the diurnal rhythm of leptin in healthy young women. Am J Physiol. 1998.Cardápio construído a partir do que você come, da sua rotina de trabalho e dos seus horários. Sem restrição que você não consegue manter, sem promessa impossível.
Estratégias que consideram as fases do ciclo. O apetite, a disposição e o gasto energético mudam ao longo do mês, e o plano pode trabalhar a favor disso.
A relação com a comida é trabalhada junto ao atendimento clínico. O objetivo é que a alimentação saudável faça sentido para você, sem depender de esforço extremo o tempo todo.
O que orienta o atendimento
O objetivo não é a menor caloria possível, mas a estratégia mais eficiente para o seu organismo, que preserve massa muscular, saúde óssea e qualidade de vida.
Cada conduta tem respaldo na literatura científica atual. Dietas da moda e promessas sem sustentação não têm lugar no atendimento.
A perda de peso com preservação de massa magra e educação alimentar produz resultados que se sustentam no tempo, sem precisar recomeçar do zero a cada mês.
A restrição severa prejudica o metabolismo e o corpo feminino. A estratégia é construída para caber na sua rotina e ser praticável a longo prazo, sem culpa e sem privação extrema.
O que dizem as pacientes
"Finalmente tive um plano que cabe no meu bolso e na minha rotina. A Thaís é muito atenciosa e anda lado a lado."
Paciente, 33 anos
"Um acompanhamento próximo e que não me sentia desamparada. É realmente diferenciado."
Paciente, 41 anos
"A clareza nas explicações me deu segurança para seguir o plano sem ansiedade."
Paciente, 38 anos
"Pelo quarto ano e meus resultados são surpreendentes. Perdi peso e hoje sou uma nova mulher!"
Paciente, 29 anos
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